sábado, 28 de fevereiro de 2009

"Quando o vi pela primeira vez pensei: " iiiii ca feio!!! ", mas depois habituei-me."

It's the final countdown

Faltam dois dias e umas horas.....

sábado, 21 de fevereiro de 2009

O silêncio

Porque achamos idiota, ridiculo e estupidificante mas mesmo assim contorcemo-nos por nada dizer aqui fica um tributo a todas as vezes que nos apetece fazer merda.


Citando Cheila Duarte,


"GET A LIFE"

Porque ninguém quer saber...

LOL

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Nem sei o que diga...

Pergunta para desempate no "Quem Quer Ganha": Qual o número de habitantes do concelho de Beja?

Concorrente 1: 100 habitantes
Leonor Poeiras: 100 habitantes?! No concelho de Beja?!
Concorrente 2: Hm.. 101 habitantes!

...

Resposta certa: 34 mil e tal

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

?

"Se houver despacho de citação (artº 234º nº 4) a incompetência absoluta deve ser conhecida oficiosamente no despacho liminar (artºs 105º nº 1 e 234-A nº 1). O conhecimento oficioso da incompetência absoluta é realizado em regra no despacho saneador ( artºs 510 nº 1 al. a), e 494º al.a)).
(...)
O conhecimento da incompetência absoluta no momento do despacho de citação determina o indeferimento liminar da petição inicial ( artº 105º nº 1 e 234-A nº1); se for apreciada em momento porterior, essa incompetência conduz à absolvição do réu da instância (artº 105º nº 1; artºs 288º nº 1 al. a) , 494º al. a) e 493º nº 2)."

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Retomando uma pergunta antiga...

Afinal qual é a natureza jurídica da proteína?!

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Foda-se - por Millôr Fernandes

O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à
quantidade de "foda-se!" que ela diz.
Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"?
O "foda-se!" aumenta a minha auto-estima, torna-me uma
pessoa melhor.
Reorganiza as coisas. Liberta-me.
"Não quer sair comigo?! - então, foda-se!"
"Vai querer mesmo decidir essa merda sozinho(a)?! - então,
foda-se!"
O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição.
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos
extremamente válidos e criativos para dotar o nosso vocabulário
de expressões que traduzem com a maior fidelidade os nossos
mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo a fazer a sua
língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que
vingará plenamente um dia.
"Comó caralho", por exemplo. Que expressão traduz melhor a
ideia de muita quantidade que "comó caralho"?
"Comó caralho" tende para o infinito, é quase uma expressão
matemática.
A Via Láctea tem estrelas comó caralho!
O Sol está quente comó caralho!
O universo é antigo comó caralho!
Eu gosto do meu clube comó caralho!
O gajo é parvo comó caralho!
Entendes?
No género do "comó caralho", mas, no caso, expressando a
mais absoluta negação, está o famoso "nem que te fodas!".
Nem o "Não, não e não!" e tão pouco o nada eficaz e já sem
nenhuma credibilidade "Não, nem pensar!" o substituem.
O "nem que te fodas!" é irretorquível e liquida o assunto.
Liberta-te, com a consciência tranquila, para outras actividades
de maior interesse na tua vida.
Aquele filho pintelho de 17 anos atormenta-te pedindo o carro
para ir surfar na praia? Não percas tempo nem paciência.
Solta logo um definitivo:
"Huguinho, presta atenção, filho querido, nem que te fodas!".
O impertinente aprende logo a lição e vai para o Centro
Comercial encontrar-se com os amigos, sem qualquer problema,
e tu fechas os olhos e voltas a curtir o CD (...)
Há outros palavrões igualmente clássicos.
Pense na sonoridade de um "Puta que pariu!", ou o seu
correlativo "Pu-ta-que-o-pa-riu!", falado assim, cadenciadamente,
sílaba por sílaba.
Diante de uma notícia irritante, qualquer "puta-que-o-pariu!", dito
assim, põe-te outra vez nos eixos.
Os teus neurónios têm o devido tempo e clima para se
reorganizarem e encontrarem a atitude que te permitirá dar um
merecido troco ou livrares-te de maiores dores de cabeça.
E o que dizer do nosso famoso "vai levar no cu!"? E a sua
maravilhosa e reforçadora derivação "vai levar no olho do cu!"?
Já imaginaste o bem que alguém faz a si próprio e aos seus
quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de
seu interlocutor e solta:
"Chega! Vai levar no olho do cu!"?
Pronto, tu retomaste as rédeas da tua vida, a tua auto-estima.
Desabotoas a camisa e sais à rua, vento batendo na face, olhar
firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado
amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registar aqui a expressão de
maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu-se!". E a
sua derivação, mais avassaladora ainda: "Já se fodeu!".
Conheces definição mais exacta, pungente e arrasadora para
uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de
ameaçadora complicação?
Expressão, inclusivé, que uma vez proferida insere o seu autor
num providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo
assim como quando estás a sem documentos do carro, sem
carta de condução e ouves uma sirene de polícia atrás de ti a
mandar-te parar. O que dizes? "Já me fodi!"
Ou quando te apercebes que és de um país em que quase nada
funciona, o desemprego não baixa, os impostos são altos, a
saúde, a educação e … a justiça são de baixa qualidade, os
empresários são de pouca qualidade e procuram o lucro fácil e
em pouco tempo, as reformas têm que baixar, o tempo para a
desejada reforma tem que aumentar … tu pensas “Já me fodi!”
Então:
Liberdade,
Igualdade,
Fraternidade
e
foda-se!!!
Mas não desespere:
Este país … ainda vai ser “um país do caralho!”
Atente no que lhe digo!